TYCHE Global Payment RouterContato institucional

FAQ pública

Perguntas frequentes para entender a TYCHE.

Respostas objetivas para usuários finais, comerciantes, governos, mercado financeiro, bancos, fintechs e parceiros que desejam compreender como a TYCHE conecta pagamentos e transferências account-to-account entre instituições autorizadas.

Clareza por público

Da experiência do usuário à integração institucional

A FAQ organiza as dúvidas mais comuns sobre uso, comércio, turismo, e-commerce, transferências, pagamentos de todos os portes, corredores, bancos parceiros, integração técnica e caminho para habilitação produtiva.

Usuários finais

Usuários finais

Perguntas de pessoas que querem pagar, comprar ou transferir internacionalmente usando a conta que já possuem.
O que é a TYCHE?

A TYCHE é uma infraestrutura global account-to-account criada para conectar bancos, fintechs, PSPs e trilhos locais de pagamento. A ambição é ser, para pagamentos e transferências internacionais entre países, o que o PIX é para o Brasil: uma experiência simples, instantânea e confiável em escala mundial. Para o usuário final, a experiência esperada é pagar ou transferir internacionalmente pelo app do banco ou instituição parceira, enquanto a TYCHE orquestra interoperabilidade, câmbio, status, auditoria e reconciliação entre participantes autorizados.

Preciso baixar um aplicativo da TYCHE?

A proposta da TYCHE é operar como infraestrutura invisível para bancos e parceiros. O usuário tende a usar o aplicativo, internet banking, checkout ou canal da própria instituição financeira participante. A TYCHE fornece a camada de conexão; o relacionamento principal continua com o banco, fintech ou parceiro que atende o usuário.

A TYCHE serve para turismo?

Sim. Um turista em outro país poderá pagar em um supermercado, restaurante, hotel, loja ou serviço usando o app do seu banco, desde que o banco do pagador e a instituição do recebedor estejam integrados à TYCHE e o corredor esteja habilitado. O pagador autoriza o débito no seu banco de origem, e o recebedor recebe o crédito em sua conta local, na própria moeda, conforme as regras do corredor e dos parceiros participantes.

Como seria pagar em outro país com a conta local?

Em uma jornada típica, o comerciante ou recebedor gera uma solicitação de pagamento. O usuário visualiza o valor convertido antes de confirmar, autoriza a operação no canal do banco de origem, e a instituição de destino recebe a instrução para creditar o valor ao recebedor local. A disponibilidade depende de bancos integrados, corredores habilitados, regras regulatórias, compliance e modelo de liquidação aprovado.

O que significa câmbio travado por 300 segundos?

Significa que a cotação apresentada para uma operação pode ter uma janela limitada de validade, como 300 segundos. Se o usuário confirmar dentro desse período, a operação usa aquela cotação conforme as regras do parceiro. Se a janela expirar, o valor deve ser atualizado antes da confirmação.

O valor exibido já inclui taxas e impostos?

A experiência correta deve mostrar o valor final antes da confirmação, incluindo taxas, spread e tributos aplicáveis quando definidos pelo parceiro, pelo corredor e pela legislação local. A regra de produto é transparência: o usuário deve conhecer o valor aplicável antes de autorizar a operação.

E se meu banco ainda não for parceiro?

A funcionalidade aparece para o usuário quando uma instituição participante integra e libera o serviço. Enquanto o banco ou fintech não estiver habilitado, o usuário continua usando os meios internacionais oferecidos por sua instituição atual.

O que acontece se a internet cair durante uma operação?

A jornada deve evitar duplicidade e estados incertos. Antes da confirmação, a operação não deve ser executada. Depois da autorização, os sistemas consultam status e eventos registrados para confirmar se a instrução foi aceita, expirou ou precisa ser refeita. O tratamento exato depende do banco, do corredor e do arranjo operacional aprovado.

A TYCHE serve apenas para turismo?

Não. Turismo é um caso de uso importante e fácil de entender, mas não define o limite do produto. A TYCHE foi desenhada para todos os tipos de pagamentos e transferências internacionais account-to-account: grandes, médios e pequenos; entre pessoas físicas e jurídicas; em lojas físicas, e-commerce, marketplaces, remessas, freelancers, prestadores de serviço, empresas, bancos, fintechs e PSPs. A experiência depende sempre de instituições autorizadas, contratos, compliance, corredores habilitados, liquidez e modelo de liquidação aprovado.

Comerciantes, varejistas e e-commerce

Comerciantes, varejistas e e-commerce

Perguntas de lojas físicas, restaurantes, supermercados, marketplaces e empresas que querem receber pagamentos globais em moeda local.
Qual é o benefício para um comerciante aceitar TYCHE?

O comerciante pode oferecer uma forma de pagamento internacional mais próxima de uma venda local: confirmação rápida, recebimento em moeda local, menor dependência de cartões internacionais e conciliação mais simples. A ativação depende de bancos, adquirentes, PSPs, contratos e corredores habilitados.

A TYCHE elimina as bandeiras de cartão?

A TYCHE cria uma alternativa account-to-account para situações em que o cliente deseja pagar com saldo de conta, sem usar crédito de cartão. Isso reduz a dependência da cadeia tradicional de cartões em determinados fluxos, mas não elimina todos os meios de pagamento existentes nem substitui bancos e instituições financeiras.

Existe chargeback como no cartão?

O modelo account-to-account tende a reduzir o risco de chargebacks tradicionais de cartão porque a autorização ocorre no ambiente autenticado da instituição do pagador. Ainda assim, disputas, cancelamentos, reembolsos e exceções precisam seguir regras contratuais, regulatórias e operacionais de cada corredor.

A TYCHE funciona para loja física e e-commerce?

Sim. Em lojas físicas, a experiência pode usar QR, link ou componente no ponto de venda. No e-commerce, a jornada pode ser integrada ao checkout, com confirmação no banco do comprador e retorno de status ao comerciante por APIs e notificações.

Como o comerciante acompanha vendas e conciliação?

A visão de produto inclui status de pagamento, comprovantes, eventos e conciliação por integração com parceiros financeiros. A interface final pode ser oferecida pelo banco, PSP, adquirente ou plataforma que disponibilizar a experiência TYCHE ao lojista.

O comerciante precisa lidar com a moeda do pagador?

O objetivo é que o comerciante cobre e receba em sua moeda local, enquanto conversão, roteamento, liquidez e liquidação são tratados na camada institucional entre bancos e parceiros autorizados.

Governos, reguladores e desenvolvimento econômico

Governos, reguladores e desenvolvimento econômico

Perguntas de entidades públicas interessadas em turismo, comércio, interoperabilidade, inclusão financeira e governança.
Por que governos e entidades públicas deveriam se interessar pela TYCHE?

Pagamentos internacionais mais simples podem apoiar turismo, comércio, digitalização de PMEs, inclusão financeira, competitividade de exportadores e interoperabilidade entre mercados. A TYCHE respeita trilhos locais, instituições autorizadas e governança regulatória por jurisdição.

A TYCHE substitui bancos centrais ou arranjos domésticos?

Não. A TYCHE não substitui bancos centrais, bancos, PSPs ou arranjos domésticos. A proposta é conectar instituições autorizadas e trilhos locais existentes, mantendo compliance, rastreabilidade e responsabilidades institucionais.

Como a TYCHE trata dados sensíveis?

A plataforma segue princípios de minimização, segregação e acesso por necessidade. A etapa pública coleta apenas informações institucionais iniciais. Documentos, evidências regulatórias, credenciais, logs, dados operacionais e materiais técnicos avançados devem seguir fluxos controlados, com permissão e auditoria.

A TYCHE interfere na soberania dos sistemas locais?

A proposta é complementar os sistemas locais, não substituí-los. Cada corredor precisa respeitar regras locais, licenças, responsabilidades, limites, compliance e modelos de liquidação aprovados.

Mercado financeiro e investidores

Mercado financeiro e investidores

Perguntas sobre a tese account-to-account, pagamentos de todos os portes, cartões, SWIFT, contas globais, Project Nexus e oportunidade de mercado.
O que é o modelo account-to-account da TYCHE?

É um modelo em que o valor sai de uma conta de origem e chega a uma conta de destino por meio de instituições e trilhos locais, sem depender da cadeia tradicional de cartões para todos os casos. A TYCHE atua como camada de roteamento, cotação, status, eventos, compliance, ledger e reconciliação.

A TYCHE substitui o SWIFT?

A TYCHE não deve ser descrita como substituta total do SWIFT. Ela oferece uma alternativa moderna para pagamentos e transferências account-to-account que possam ser roteados por instituições e trilhos locais integrados, incluindo varejo, e-commerce, remessas, pagamentos entre empresas e transferências entre pessoas. Em bastidores institucionais, bancos ainda podem usar estruturas tradicionais conforme o modelo de liquidez e liquidação.

Como a TYCHE se diferencia de contas globais?

Contas globais geralmente exigem que o usuário abra uma nova conta, carregue saldo ou use outro ecossistema. A tese da TYCHE é permitir que bancos e fintechs ofereçam alcance internacional dentro da conta que o usuário já possui, preservando o relacionamento da instituição com seu cliente.

Qual é a relação com iniciativas como o Project Nexus?

A TYCHE se alinha conceitualmente à tendência global de conectar sistemas domésticos de pagamento instantâneo, mas se posiciona como infraestrutura privada, modular e comercial para bancos, fintechs e PSPs. A relação pública deve ser de alinhamento de tese, não de afiliação ou equivalência oficial.

Onde existe oportunidade econômica?

A oportunidade está em novas receitas internacionais para bancos e parceiros, menor custo operacional para comerciantes, melhor experiência para usuários, ativação de corredores e serviços de plataforma. Valores, pricing, spreads e acordos comerciais dependem de negociação institucional qualificada.

A TYCHE já está preparada para dinheiro real?

A arquitetura está sendo organizada para permitir habilitação financeira real com parceiros autorizados. Para processar dinheiro, cada corredor precisa de contrato, instituições licenciadas, matriz de responsabilidades, compliance, credenciais produtivas, liquidez, modelo de liquidação, certificação técnica, limites operacionais e aprovação formal. A solicitação institucional é o primeiro passo para esse caminho.

Bancos, fintechs, PSPs e parceiros institucionais

Bancos, fintechs, PSPs e parceiros institucionais

Perguntas de potenciais parceiros sobre onboarding, escopo, corredores, integração técnica e habilitação produtiva.
A TYCHE é limitada a pagamentos B2B de menor valor?

Não. A TYCHE não é limitada a pagamentos B2B de menor valor. A infraestrutura foi concebida para pagamentos e transferências internacionais de todos os portes — grandes, médios e pequenos — entre pessoas físicas, empresas, instituições financeiras, fintechs, PSPs, marketplaces, e-commerces e prestadores de serviço. O que determina a ativação não é o tamanho do pagamento, mas o corredor aprovado, o contrato, o compliance, a liquidez, os limites operacionais e o modelo de liquidação definido com os participantes autorizados.

Como uma instituição inicia a parceria?

A instituição registra uma solicitação em /qualificacao, declara perfil, país, escopo, produtos e corredores desejados. A TYCHE analisa a solicitação, qualifica o caso, define próximos passos e conduz a jornada para NDA, KYB, sandbox, certificação, piloto e habilitação produtiva quando aplicável.

A TYCHE customiza o processo para cada banco?

A direção de produto é padronizar a integração. O banco valida cliente, saldo, compliance e câmbio em seu próprio ambiente; a TYCHE recebe uma autorização padronizada, valida corredor, idempotência, quote lock e status, roteia a instrução ao destino e registra eventos, ledger e reconciliação. Customizações devem ser exceção governada, não regra operacional.

Como o banco informa os corredores desejados?

Na solicitação institucional, o parceiro declara países, moedas, direção operacional e casos de uso desejados, por exemplo Brasil para Europa, Europa para Brasil ou operação bidirecional. O escopo passa por qualificação comercial, regulatória, técnica e de liquidez antes de qualquer ativação.

Quando entram documentos, NDA e KYB?

A etapa pública coleta apenas o contexto inicial. Depois da triagem, documentos, NDA, KYB, contratos e evidências entram em fluxo controlado dentro de área privada, com classificação, permissão, versionamento e auditoria.

Quando a instituição recebe acesso sandbox?

O sandbox deve ser liberado após qualificação e aprovações suficientes para o nível de acesso. Ele serve para validar integração, APIs, webhooks, idempotência, quote lock, ledger, reconciliação e cenários de exceção antes de qualquer habilitação produtiva.

Como a integração avança para produção financeira real?

A produção financeira real depende de contrato formal, KYB aprovado, matriz de responsabilidades, compliance, credenciais produtivas, mTLS, corredor aprovado, liquidez, modelo de settlement, certificação técnica, piloto controlado, limites operacionais, suporte e aprovação executiva. A TYCHE deve oferecer o caminho técnico e institucional para esse avanço, mas a ativação é sempre governada por etapa.

Próximo passo institucional

Para bancos, fintechs, PSPs e parceiros

Para avaliar escopo real, produto, direção operacional, corredores, integração técnica e caminho de habilitação produtiva, registre uma solicitação institucional.